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	<title>Rabiscoframe</title>
	<link>http://www.rabiscoframe.com.br</link>
	<description>Agregando experiências</description>
	<lastBuildDate>Fri, 11 Feb 2011 22:36:30 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Gamification. Já ouviu falar?</title>
		<description><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-729" src="http://www.rabiscoframe.com.br/wp-content/uploads/2011/02/mario.jpg" alt="" width="570" height="170" /></p>
<p>Já ouviu falar em <em>gamification</em>? Não! Segundo a Wikipedia: &#8220;<em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gamification" target="_blank">Gamification</a></em> é o uso da mecânica de games para as aplicações que não são games.&#8221;</p>
<p>Trocando em miúdos, é uma forma cada vez mais crescente de engajamento com o usuário através de interação que se baseia em elementos clássicos que já se conhece da plataforma de games como desafios, pontos, recompensas, <em>badges</em>, <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Achievement_(video_gaming)" target="_blank">achievements</a></em> e qualquer outro termo <em>hype </em>que você tenha ouvido falar por aí com quem estuda ou é entusiasta do mundo dos jogos eletrônicos.</p>
<p>Nesse painél, que foi ao ar ontem na edição NY do Social Media Week, profissionais da área de <em>brand games</em> ou <em>game mechanics</em> falam da importância do uso dessa técnica aplicada aos negócios de marketing e comunicação para aumentar o engajamento dos clientes em relação a produtos e serviços.</p>
<p>Uma das melhores apresentações da SMW que assisti essa semana. Assista depois do break.</p>
<p><object width="560" height="340" id="lsplayer" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"><param name="movie" value="http://cdn.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?channel=smw_newyork_jwt&#38;clip=pla_c3b070e8-96a5-44ab-943b-f690bfbce96e&#38;autoPlay=false"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed name="lsplayer" wmode="transparent" src="http://cdn.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?channel=smw_newyork_jwt&#38;clip=pla_c3b070e8-96a5-44ab-943b-f690bfbce96e&#38;autoPlay=false" width="560" height="340" allowScriptAccess="always" allowFullScreen="true" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></p>
<h4>O que acharam do assunto? Deixe seu comentário.</h4>
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		<link>http://www.rabiscoframe.com.br/2011/02/09/gamification-ja-ouviu-falar/</link>
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		<title>10 Resoluções de Ano Novo para Equipes Inovadoras</title>
		<description><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-695" src="http://www.rabiscoframe.com.br/wp-content/uploads/2011/01/bulldog.jpg" alt="" width="570" height="251" /></p>
<p><em>Com um ano novo todo pela frente, você pode estar se perguntando: &#8220;Como posso ter sucesso? O que uma empresa pode fazer para inovar&#8221;? Leia 10 dicas práticas de como &#8220;reinventar&#8221; seu trabalho em UX e Design Thinking, mudando os negócios para melhor em 2011.</em></p>
<p><em><strong>De Shawn Parr / Traduzido por Laura Loenert</strong><span id="more-682"></span></em></p>
<h2><span style="font-weight: normal;">1. Faça algo realmente NOVO pela primeira vez.</span></h2>
<p>Pensar em coisas originais, conceitos disruptivos e novos produtos para o mundo demandam tanto pensamento criativo como pragmático. E estamos constantemente em busca do que vem a seguir, para muitas vezes nos esquecermos de como o &#8220;novo&#8221; realmente é. Então, em 2010, procure repensar o que sente ao experimentar algo novo pela primeira vez. Planeje oportunidades, &#8220;ouse&#8221; passar do sublime ao ridículo pela primeira vez, e programe eventos desse tipo ao longo do ano. Desafie-se no pára-quedismo, em aulas de improvisação, plante frutas e legumes na sua horta e prepare uma refeição de 5 para servir 20 de seus colegas. Ou crie sua própria cerveja, tire uma peça do seu carro e aprenda a recolocá-la no lugar novamente. Faça algo NOVO pela primeira vez, anote e discuta as observações, e depois compartilhe o que foi aprendido.</p>
<h2><span style="font-weight: normal;">2. Pense grande e aja nos detalhes.</span></h2>
<p>Todo CEO quer uma grande e transformadora inovação que mude a empresa, a marca ou um departamento que caminha aos trancos e barrancos. Isso exige tempo de desenvolvimento e recursos significativos e os resultados normalmente não chegam ao mercado antes de 18 ou mesmo 36 meses. Portanto é igualmente importante manter o foco em pequenas e incrementais oportunidades de inovação que podem impactar seus negócios. Certifique-se de planejar e definir as expectativas para um bom equilíbrio entre os rendimentos, nos próximos 36 meses.</p>
<h2><span style="font-weight: normal;">3. Transforme-se em um motor de novas conexões.</span></h2>
<p>Quem você conhece pode ser quase tão importante quanto o que você sabe, e o que você sabe que pode vir de quem você conhece. Tome um tempo para olhar para sua rede com calma e identificar aonde você encontra conhecimento, inspiração e dicas profissionais. Estenda a mão e peça recomendações para pessoas e organizações para preencher essas lacunas. Pode soar metódico, mas procure classificar e organizar sua rede, interna e externamente, profissionalmente e pessoalmente, garantindo que você tenha uma rede bem equilibrada para alimentar seu motor de inovação.</p>
<h2><span style="font-weight: normal;">4. Seja relacional, não transacional.</span></h2>
<p>Se quem você conhece é importante, a rica troca bidirecional de informações, ideias e inspirações acontece de forma mais eficaz quando você realmente conhece a outra pessoa. Tome um tempo para se certificar de que você realmente conhece as pessoas na sua equipe, seus colegas e parceiros. Veja se sabe o que os empolga todo dia, o que é importante em suas vidas e quais são seus valores. Quanto mais você souber sobre o outro, mais você terá uma relação baseada no conhecimento e na confiança. Parece elementar, mas você vai ficar surpreso com o que aprendeu, com o que têm em comum e com a qualidade das ideias que trocaram.</p>
<h2><span style="font-weight: normal;">5. Celebre e comunique seus sucessos.</span></h2>
<p>Não importa o que digam, a inovação é difícil por muitas razões, e ter a coragem para continuar oscilar entre um pólo e outro envolve uma combinação de capacidade, compromisso, coragem e comunicação. É importante comunicar-se regularmente com humildade e com orgulho sobre sucessos e fracassos seus e da sua equipe. Em muitas organizações, as equipes de inovação sentam-se na periferia, muitas vezes pelo design do ambiente e outras tantas porque eles simplesmente não promovem seus feitos de forma eficaz. Em 2011, torne-se um contador de histórias: inspire o resto da empresa com histórias de cada um dos principais projetos, os destaques no processo de concepção, do &#8220;insight&#8221; ou lançamento para o mercado, e compartilhe as principais conclusões, desafios e resultados. Seja breve, visual, inspirador &#8211; faça-o consistentemente, digitalmente, dimensionalmente, ao vivo ou através de exposições ou apresentações, mas não deixe de comunicar seus sucessos. Pontue as celebrações, quando estiver sendo bem sucedido durante a viagem, e não apenas quando chegar à linha de chegada.</p>
<h2><span style="font-weight: normal;">6. Fale com mais clareza a linguagem da inovação.</span></h2>
<p>Olhe para a empresa onde trabalha e poderá descobrir que todos interpretam a linguagem em torno da inovação de forma ligeiramente diferente. O que significa quando você diz território, ideia, conceito ou marca? Será que as pessoas fora da organização falam a mesma linguagem que você usa internamente? Aproveite o tempo para examinar a linguagem que você usa, como os stakeholders a usam e interpretam, e garanta uma comunicação clara e consistente para que todos que trabalham com você estejam falando (e mais importante, ouvindo) a mesma língua.</p>
<h2><span style="font-weight: normal;">7. Protótipo com simplicidade e rapidez.</span></h2>
<p>Não importa quanto você tente, os processos e sistemas ficam lentos e mais pesados ao longo do tempo. Dê uma boa olhada em quanto tempo você leva para passar de conhecimentos básicos para conceitos de mercado e identifique onde você pode simplificar o processo, e onde pode aumentar a velocidade. Redesenhe rapidamente seu processo de inovação em torno da velocidade e simplicidade.</p>
<h2><span style="font-weight: normal;">8. Pesquise de forma diferente.</span></h2>
<p>Se a sua pesquisa não é uma parte inspiradora e dinâmica no seu processo de trabalho, se não é rica em insights, dimensional e inspiradora, é hora de olhar como você e seus parceiros discorrem sobre ela. Descobrir insights para os consumidores, observar seus clientes e analisar esses dados depois deve ser uma experiência analítica, dimensional e sobretudo apaixonada de começar qualquer projeto. Desafie sua equipe a elevar a potência de suas pesquisas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="font-weight: normal;">9. Torne-se um cidadão do mundo.</span></h2>
<p>Seja seu mercado voltado para inovação em nível nacional ou internacional, estar conectado, alerta e inspirado pelo que estiver acontecendo no mundo é fundamental. Programar-se para viagens de imersão a cidades-chave em busca de atualização pode não caber no seu orçamento agora, mas procure assegurar-se de sempre ter uma visão bem sintonizada e rica na pesquisa de novas tendências, que possa antecipar o que vem por aí dentro e fora do Brasil.</p>
<h2><span style="font-weight: normal;">10. Descole um oponente.</span></h2>
<p>Quando você tem um adversário com quem brigar, isso aumenta sua motivação para vencer. Este ano, escolha um &#8220;inimigo&#8221; com quem lutar e motive sua equipe para isso. Seja ele um concorrente, uma nova tendência ou algum elemento da cultura interna da empresa, coloque-o em jogo para que sua equipe se mantenha motivada e focada.</p>
<p>&#8211;<br />
Shawn Parr é CEO da <a href="http://www.bulldogdrummond.com" target="_blank">Bulldog Drummond</a>, uma consultoria de inovação e Design localizada em San Diego. Entre seus clientes estão: Starbucks, Diageo, Jack in the Box, Adidas, MTV, Nestlé, Pinkberry, American Eagle Outfitters, IDEO, Virgin, Disney, Nike, Mattel, CleanWell, The Honest Kitchen, e World Vision.</p>
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		<link>http://www.rabiscoframe.com.br/2011/01/10/10-resolucoes-de-ano-novo-para-equipes-inovadoras/</link>
			</item>
	<item>
		<title>A importância da pesquisa etnográfica no Design, hoje e sempre</title>
		<description><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-643" href="http://www.rabiscoframe.com.br/2011/01/06/a-importancia-da-pesquisa-etnografica-no-design/eleanor-davies-ixda/"><img class="alignnone size-full wp-image-643" src="http://www.rabiscoframe.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Eleanor-Davies-IXDA.jpg" alt="" width="570" height="170" /></a></p>
<p><a href="http://eleanordavies.wordpress.com/" target="_blank">Eleanor Davies</a> é uma designer britânica que possui vasta experiência  em Design Estratégico e Etnografia, além de ser palestrante em  Empreendedorismo Social em escolas de Design e inovação. É formada em  Engenharia, Mestre em Design Industrial e de Inovação pela Royal College  of Art de Londres, e possui especialização em cultura do consumo e impacto  social. Pela Frog Design, onde trabalha atualmente, Eleanor conduz  pesquisa em Design e geração de conceitos para ajudar a uma ampla gama de  clientes a enfrentar os desafios em um mundo repleto de frequentes  mudanças. Seu trabalho a tem levado a fazer todo o trajeto do ciclo de  origem dos produtos e de seus usuários na Europa, Estados Unidos,  Rússia, México e Índia.  Tive a oportunidade de conversar com ela no Interaction South America  2010 em Curitiba, na Universidade Positivo, e dessa conversa surgiu a  breve entrevista que transcrevo a seguir, sobre seu trabalho como  pesquisadora em Design.<span id="more-635"></span> <strong> </strong></p>
<p><strong>Rabiscoframe: </strong><strong>Porquê é tão importante viajar o mundo e colher referências para enriquecer seu trabalho como pesquisadora na área de Design?</strong></p>
<p><strong>ELEANOR DAVIES:</strong> A metodologia ideal de pesquisa, ou  pensada para ser aplicada em qualquer projeto, é determinada pelo  objetivo e natureza de cada projeto. Em alguns casos, viajar é vital  para o sucesso do projeto, e isso acontece primeiramente por duas  razões. A primeira  é a “Informação”. Como designers, somos cada vez  mais desafiados a criar produtos ou serviços que irão chegar a muitas  esquinas ao redor do globo. E para entender as necessidades únicas  dessas esquinas, seus contextos precisam ser compreendidos em sua  totalidade. E é aí que uma viagem de pesquisa para diferentes locais  pode ser usada para extrair pontos-de-vista que possam ser comparados e  contrastados. Os contextos são documentados, então essas perspectivas  são compartilhadas com os clientes e também com o time de designers. A segunda razão de viajar é a “Inspiração”. É geralmente menos tangível e  mais difícil de mostrar o real valor dessa Metodologia para clientes ou  colegas de trabalho.  Entretanto, trata-se de uma Metodologia geralmente mais valiosa e de  certa forma mais natural no processo de Design, pertencendo não apenas  ao pesquisador. Seu sucesso é demonstrado por histórias e experiências  de gerações de designers, que se inspiravam simplesmente por sair do  contexto no qual se encontravam – ou zona de conforto – para ganhar uma  nova perspectiva no problema de Design, assim como também na vida, de  uma forma geral.  Navegar pela internet oferece exatamente o efeito oposto – o vasto  volume de conhecimento ao alcance dos nossos dedos é até agora ditado e  editado por buscas, filtros e reviews – e elevado a um grau onde é mais  frequentemente difícil descobrir algo novo online do que o seria, por  exemplo, simplesmente por pegar um caminho diferente para ir ao  trabalho! Na minha opinião, uma combinação ideal é fazer uma viagem de  pesquisa e combiná-la com dados colhidos em campo, numa longa viagem que  possibilite também uma redescoberta pessoal. Dessa forma podemos nos  transformar ao mesmo tempo em “Informação” e “Inspiração”, em nosso  dia-a-dia como designers.</p>
<p><strong>Rabiscoframe:</strong> <strong>Na sua apresentação, você falou muito  sobre tabus e a necessidade de discuti-los, a fim de colocá-los para  fora, no processo do “fazer” Design em uma equipe de profissionais. Você  concorda que a melhor forma de fazer Design é quebrar tabus,  traduzindo-os em aspectos emocionais, no sentido de chamar a atenção de  mais e mais pessoas para seu projeto final? </strong></p>
<p><strong> </strong> <strong>ELEANOR DAVIES</strong>: Eu acho que uma forma de transformar  tabus em necessidades humanas é como olhar para nossa infância. Como  crianças temos menos inibições e aprendemos as coisas pela primeira vez.  Há menos expectativa em entender ou preencher normas sociais, e chamar à  infância é um bom método para atingir isso. Mas como o diálogo entre as classes sociais se divide, quebrar temas em  escolhas é um outro método que funciona bem – para criar um exercício em  que fatores são simplificados e as escolhas precisam ser feitas. Ainda  que a realidade possa ser cinzenta ou enevoada, a criação das opções  “preto” e “branco” serve para abrir um diálogo que no mínimo servirá  para esclarecer com muita precisão o quão complexo o assunto é.</p>
<p><strong>Rabiscoframe: Como você faz para traduzir sua pesquisa de Design em  processo de Design Thinking para sua equipe, no intuito de criar um novo  produto, seja ele um site, uma ilustração ou qualquer outro tipo de  projeto? Como funciona isso para você no dia-a-dia de trabalho na Frog  Design? Você sempre sabe por onde começar ou é sempre uma surpresa – como uma “Caixa de Pandora” – aonde você não faz a menor ideia do que irá encontrar, do começo ao fim?</strong></p>
<p><strong>ELEANOR DAVIES:</strong> Acredito que a tradução da pesquisa  em Design sofreu muitas mudanças recentemente, e existe uma grande  oportunidade. Assim como no processo de pesquisa, essa tradução pode  mudar de acordo com o contexto. A pergunta crucial é: o que tentamos  traduzir e para quem? O ideal, assim como o processo de “informar” e “inspirar”, é que deve  haver o maior número possível de designers da equipe envolvidos durante a  pesquisa de campo, assim como o cliente. Não será possível trazer todo  mundo a bordo na viagem, mas a respeito disso muitas coisas podem ser  registradas: vídeo-documentários, anotações, mapas e outros recursos  interativos poderão ser usados e compartilhados com o restante da  equipe.  Tenho pensado em métodos de como lidar com a pesquisa qualitativa de  forma mais empática e emocional – comparada com a pesquisa quantitativa –  através de métodos de visualização da informação. O segredo está na  narrativa, ou em fazer o trabalho qualitativo e quantitativo  “conversarem” e trabalharem juntos.  É também importante ressaltar que a pesquisa tem o seu papel no todo,  e com ela chegamos ao ponto, em alguns projetos, em que podemos mudar a  fonte original da inspiração para chegarmos à concepção do Design e da  inspiração propriamente ditos.</p>
<p><strong>Rabiscoframe: Qual cultura mexeu mais com você, na sua jornada como pesquisadora em Design, e porquê?</strong></p>
<p><strong>ELEANOR DAVIES:</strong> A Índia foi mais aberta no sentido  de me forçar a questionar mais profundamente a respeito das nossas  necessidades como designers e pesquisadores em mercados emergentes.  Senti que meu trabalho no México me permitiu começar a responder a  algumas delas, e dessa forma pude me engajar em um nível mais profundo  com designers e professores locais. Foi aí que surgiu a ideia de ver os  designers como facilitadores e iniciadores de uma conversa, algo que  casa com o conceito que compartilho em <a href="http://www.peopleandpesos.com/" target="_blank">www.peopleandpesos.com</a> Em termos de pesquisa, adoro conduzir estudos na Inglaterra – o que  me permite refletir a respeito da cultura na qual cresci e também  revelar contrastes entre grupos e indivíduos pertencentes a essa  sociedade em particular.</p>
<p><strong>Rabiscoframe: Qual conselho você daria a uma pessoa que esteja  começando uma carreira como designer, mas ainda não sabe ao certo qual  assunto irá focar por estar envolvido em muitas coisas ao mesmo tempo?</strong></p>
<p><strong>ELEANOR DAVIES:</strong> Inovação é um termo que vejo ser  empregado com muita frequência para sugestionar “negócios criativos”,  mais do que para relevar algo verdadeiramente novo. Tomando isso como  definição, eu realmente acredito na inovação como sendo tremendamente  importante para os designers e também vital para entender o mundo dos  negócios no qual você se identifica como designer.  Encontrar pessoas que são confortáveis em se transmudar em diversos  papéis durante o processo de Design é útil – para aprender como e onde  eles se encaixam. Eu acho que existe um perigo de sentir-se atropelado  pelo ritmo da mudança – e sob esse aspecto, um entendimento fundamental  do processo e da comunicação é essencial – assim como a humildade e a  aceitação de que pode não ser possível tornar-se um <em>expert </em>em Design da forma como era possível anos atrás.</p>
<p>Para ver os vídeos da palestra de Eleanor Davies no IxDA 2010, acesse o <a href="http://www.gonow.com.br/blog/2010/12/13/os-caminhos-da-pesquisa-em-design-o-que-nos-revela-eleanor-davies-da-frog-design/" target="_blank">blog da Gonow</a>.</p>
<p>A apresentação de Eleanor no Interaction South America 2010 segue abaixo:</p>
<div id="__ss_6088397" style="width: 570px;"><strong><a title="Interaction southamerica10 difficultdialogues_e_davies" href="http://www.slideshare.net/eleanordavies/interaction-southamerica10-difficultdialoguesedavies">Interaction southamerica10 difficultdialogues_e_davies</a></strong><object id="__sse6088397" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="570" height="476" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=interactionsouthamerica10difficultdialoguesedavies-101209044119-phpapp01&#38;rel=0&#38;stripped_title=interaction-southamerica10-difficultdialoguesedavies&#38;userName=eleanordavies" /><param name="name" value="__sse6088397" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse6088397" type="application/x-shockwave-flash" width="570" height="476" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=interactionsouthamerica10difficultdialoguesedavies-101209044119-phpapp01&#38;rel=0&#38;stripped_title=interaction-southamerica10-difficultdialoguesedavies&#38;userName=eleanordavies" name="__sse6088397" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/eleanordavies">Eleanor Davies</a>.</div>
</div>
]]></description>
		<link>http://www.rabiscoframe.com.br/2011/01/06/a-importancia-da-pesquisa-etnografica-no-design/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Arquitetura de Desinformação?</title>
		<description><![CDATA[<p>Já parou pra pensar nisso? Algo para refletir&#8230;</p>
<p><a href="http://www.rabiscoframe.com.br/wp-content/uploads/2010/11/information-vs-confusion.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-607" src="http://www.rabiscoframe.com.br/wp-content/uploads/2010/11/information-vs-confusion-570x353.jpg" alt="" width="570" height="353" /></a></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Fonte: <a href="http://thisisindexed.com/2009/10/needles-and-haystacks-and-such/" target="_blank">Indexed</a></span></p>
]]></description>
		<link>http://www.rabiscoframe.com.br/2010/11/30/arquitetura-de-desinformacao/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Muito além do Lorem Ipsum</title>
		<description><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-476" src="http://www.rabiscoframe.com.br/wp-content/themes/intermission/scripts/timthumb.php?src=http://www.rabiscoframe.com.br/wp-content/uploads/2010/11/lorem-ipsum2.jpg&#38;w=570&#38;h=170&#38;zc=1" alt="" /></p>
<p>Quero  levantar aqui uma reflexão. Quem trabalha em agência de publicidade  está acostumado à ideia de iniciar um projeto sem escopo definido. Ou  ainda, a rascunhar o desenho de uma tela, ou até mesmo de um site, por  mais simples que seja, sem ter todo o conteúdo do projeto consolidado.  Quem nunca passou por isso? Talvez aquele &#8220;sortudo&#8221; que trabalha em uma  empresa de TI e só projeta uma interface com os requisitos de projeto na  mão. Mas a metodologia SCRUM também faz cair por terra essa premissa em  muitas empresas. Confude-se a entrega incremental e iterativa com  simples agilidade de entrega. Como numa padaria, talvez?<br />
<span id="more-467"></span><br />
Cada  vez mais nós, profissionais da comunicação em geral (meu caso) e de AI  em particular, notamos as perdas fatais que esse tipo de metodologia de  trabalho proporciona. Na verdade chamo de metodologia por falta de um  nome mais apropriado.<br />
Também  não me refiro ao SCRUM tradicional, aplicado ao dia-a-dia do  profissional de desenvolvimento, e sob esse aspecto tão eficiente e  eficaz. Refiro-me antes a todo e qualquer projeto sendo criado do zero,  no puro sentido da palavra: cria-se o &#8220;wireframe&#8221; com base no que você  acha que fica melhor aqui e ali, e o preenchemos com o tão familiar  &#8220;lorem ipsum&#8221; para sinalizar aonde houver conteúdo. Depois da estrutura  criada, aí sim, em uma nova fase do projeto, o consolidamos com o  conteúdo propriamente dito.</p>
<p>Aí  eu te pergunto: okay, mas e se o conteúdo final demandar uma refação na  estrutura projetada? Aí começam os remendos, ajustes e pequenas  alterações &#8211; por vezes nem tão pequenas assim &#8211; que fazem pensar se não  teria sido muito mais compensador considerar antes de qualquer  rabiscoframe um detalhado inventário de conteúdo. Fica a dica. E que o &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lorem_ipsum" target="_blank">lorem ipsum</a>&#8221;  mais se assemelhe ao que é de fato: uma peça clássica da literatura  latina de 45 A.C, utilizada para que as pessoas concentrem a atenção nos  aspectos visuais de um documento.</p>
]]></description>
		<link>http://www.rabiscoframe.com.br/2010/11/11/muito-alem-do-lorem-ipsum/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Quantas usabilidades você faz por dia?</title>
		<description><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-434  alignnone" src="http://www.rabiscoframe.com.br/wp-content/themes/intermission/scripts/timthumb.php?src=http://www.rabiscoframe.com.br/wp-content/uploads/2010/11/wood-puzzle.jpg&#38;w=570&#38;h=170&#38;zc=1" alt="" /></p>
<p>Sim,  já ouvi essa pergunta. Na hora me pareceu surreal a ideia de alguém  identificar usabilidade como um produto específico, como se fosse uma  tela ou um documento. Mas a pergunta insólita me fez lembrar uma questão muito importante que nós, profissionais de usabilidade, muitas vezes  nos esquecemos: as pessoas ainda não sabem o que é isso. Ponto. Está  melhorando, é verdade, mas a falta de conhecimento ainda é grande.<br />
<span id="more-323"></span><br />
E  esse termo é um dos mais básicos da disciplina. Agora, imaginem o que  não se passa na cabeça das pessoas quando ouvem expressões como: UX,  design de interação, thesaurus, taxonomia multifacetada,  wireframe, piou. Sim, piou, de &#8220;PO &#8211; Product Owner&#8221;. Porque até isso já  ouvi em uma reunião com o cliente. “Quem é o piou desse projeto?”. Como  assim “piou desse projeto”???</p>
<p>Eu  ainda sou muito jovem, mas quando olho pra trás vejo que, no fundo no fundo, eu não escolhi trabalhar com usabilidade. Acho que ela veio sem avisar. Eu tenho tanto cuidado em me fazer ser compreendido que essa preocupação acabou se tornando o meu foco de atuação.  Ironicamente, eu sempre tive um pouco de dificuldade para explicar o meu  trabalho para pessoas de outras áreas. Até que um dia uma amiga  resolveu a charada. Alguém perguntou para ela “O quê que o Feliphe faz?”. A resposta: “Ah, ele deixa as coisas mais fáceis.”</p>
<p>Putz&#8230;  adorei essa frase. Se tivesse pensado nisso antes teria poupado muito tempo da minha vida tentando explicar “o quê que o Feliphe faz”.  Mas é  exatamente isso, eu me preocupo em deixar as coisas mais fáceis. Claro que depois disso comecei a usar a frase pra cima e pra baixo.</p>
<p>E  hoje compreendo mais as pessoas que não entendem o meu trabalho. Pois o  que mais vejo é o “pessoal de usabilidade”, que também deveria estar  deixando as coisas mais fáceis, escrevendo relatórios incompreensíveis,  montando apresentações super confusas e fazendo discursos prolixos. E  fico me perguntando “Será que essa pessoa sabe mesmo o que é  usabilidade?”. Porque posso estar errado, mas a bendita não deveria  estar em tudo que a gente faz? Ou a pessoa quando está pensando em uma  interface liga o modo “usabilidade” e depois, no resto do dia, desliga? É  assim que funciona? Confesso que não entendo.</p>
<p>O  Rilke tem uma frase que acho genial, no “Cartas a um Jovem Poeta”:  “Basta sentir que se poderia viver sem escrever para já não se ter o  direito de fazê-lo.” Brilhante. Acho que isso deveria ser aplicado em  todas as áreas de trabalho, pelo menos para quem não quiser ser um  profissional medíocre. Acha que poderia viver sem usabilidade? Então  amigo, por favor, não trabalhe com isso.</p>
<p>Se  você for profissional de usabilidade e não conseguir se comunicar bem,  sinceramente, sugiro que tente mudar isso. Vá fazer um curso de  oratória, redação, teatro, alguma coisa que te estimule a se fazer  claro. Acho que pode ajudar. E se você não trabalhar com usabilidade,  mas tiver muita preocupação em ser didático na hora de montar uma  apresentação, escrever um email ou contribuir em uma reunião, tenho uma  novidade: você trabalha com usabilidade sim. Talvez até mais do que a  gente.</p>
]]></description>
		<link>http://www.rabiscoframe.com.br/2010/11/10/quantas-usabilidades-voce-faz-por-dia/</link>
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	<item>
		<title>Design Centrado no Freguês</title>
		<description><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-589" href="http://www.rabiscoframe.com.br/2010/11/10/design-centrado-no-fregues/coffee-beans-2/"><img class="alignnone size-full wp-image-589" src="http://www.rabiscoframe.com.br/wp-content/uploads/2010/11/coffee-beans1.jpg" alt="" width="570" height="170" /></a></p>
<p>&#8220;E  aí freguês, o que vai ser hoje? Vai de ThinkAloud ou Análise  Heurística? Quem sabe um Eye Tracking no capricho? Olha que tá na  promoção&#8230;&#8221;</p>
<p>Me  lembro de quando um parceiro de trabalho (ele próprio um ex-professor)  me procurou há tempos atrás com uma proposta, digamos, indecente. Para  alguém que, como eu, sempre se entendeu como uma estrategista, vendendo  basicamente projetos e, portanto, conhecimento&#8230;<span id="more-567"></span></p>
<p>Bem,  o &#8220;professor&#8221;, como costumávamos tratá-lo, buscava uma aplicação de  ensino à distância que pudesse servir como ferramenta de qualificação de  docentes nos centros urbanos do semi-árido nordestino, agregando  conteúdos e uniformizando o nível de informação dos educadores.&#8221; Propus,  então, desenvolver uma solução individualizada para as condições da  região e, como último entregável, um protótipo em plataforma dinâmica.</p>
<p>Apresentado  o investimento em horas de briefing e itens de suma importância como a  pesquisa da tecnologia de conectividade que viabilizasse o projeto para  as prefeituras, ele retruca: &#8220;Dona Thais, a senhora precisa de um  produto, uma commodity! A senhora não tem nada para me oferecer. Projeto  não é produto!&#8221;.</p>
<p>Por  aí, não é difícil imaginar a contra-proposta ao meu &#8220;planejamento&#8221;:  P&#38;D por conta da casa (por minha conta) e é claro, eu ganharia a  minha comissão quando ele vendesse a solução.<br />
Desnecessário  dizer como a estória terminou. Mas é fundamental lembrar que o meu  parceiro era um ex-professor, profissional formado pela USP. Parece  assustador ou surpreendente? Pois tenho certeza de que não fui e nem sou  a última das moicanas a receber solicitações desse tipo.</p>
<p>Mesmo  aquecido, o nosso mercado brasileiro de comunicação e tecnologia  digital contrata pesquisas estudos, análises, testes de usabilidade e  planejamento estratégico da mesma forma como negocia commodities &#8211; café,  minério de ferro, etanol&#8230; e rsrsrsrs wireframes? E que mal há nisso?</p>
<p>Simples:  um detalhe chamado &#8220;royalty&#8221;. Um valor que se paga pelo uso da  propriedade intelectual alheia. Parece muito complexo? Nem tanto.  Imagine que quando o Brasil importa o iPhone, os programas da Microsoft e  da Apple, paga royalties para as empresas dos EUA que detêm a  propriedade intelectual, ou a chamada &#8220;patente mundial&#8221; desses produtos.<br />
Quando  exportamos café, não recebemos royalties de ninguém. Então no acerto de  contas, vendemos barato nossos produtos e compramos mais caro os  produtos gringos. A conta é simples. Haja café e etanol para pagar  iPhones!</p>
<p>E  por que americanos, europeus e japoneses colocam seus gadgets, seus  sistemas operacionais e aplicativos tornando-se os novíssimos  milionários da Era da Informação? Será que eles são mais criativos ou  inovadores do que nós, brazucas? Definitivamente, não. Mas as diferença  nos processos de desenvolvimento nos tornam parte de uma &#8220;colônia  digital&#8221;.<br />
Enquanto  focamos o &#8220;entregável&#8221;, planejando em uma semana e executado em dois  anos, no lado de cima da Linha do Equador a situação se inverte: são  dois anos planejando e 3 meses executando. E as metodologias ágeis? Bom,  metodologia ágil só funciona com um planejamento muito apurado e não  entra nas sprints de produção da forma como aplicamos no Brasil. Daí,  produtos &#8220;melhores e inovadores&#8221;.</p>
<p>Reflita  um pouco: quanto tempo você gasta planejando o que vai fazer? E quanto  tempo gasta retrabalhando aquilo que não planejou?<br />
Há  uns 3 meses, um aluno me perguntou como ele poderia ter usabilidade no  Scrum. Melhor: como ele poderia ter um alto nível de usabilidade sem  aplicar as técnicas e análises enfadonhas mostradas no curso. Me lembrei  na hora, da proposta do Professor Antonio. E respondi: simples, faça  uma vez, coloque no mercado, não se importe em perder dinheiro, faça de  novo, de novo e de novo. Até conseguir. E arrematei que, algum dia, com  sorte, jeitinho e uma certa dose de esperteza, ele alcançaria o  resultado desejado.</p>
<p>E viva o Brasil! Vamos lá vender wireframe&#8230; Se aparecer um problema, a gente troca o botão ou quem sabe ajeita o menu.</p>
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		<link>http://www.rabiscoframe.com.br/2010/11/10/design-centrado-no-fregues/</link>
			</item>
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		<title>Em busca da metodologia perdida</title>
		<description><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-448" src="http://www.rabiscoframe.com.br/wp-content/themes/intermission/scripts/timthumb.php?src=http://www.rabiscoframe.com.br/wp-content/uploads/2010/11/zen-rocks.jpg&#38;w=570&#38;h=170&#38;zc=1" alt="" /></p>
<p>Nosso maior desafio está em atender o cliente sem perder o foco no usuário. Para isso existem métodos, processos e boas práticas, que guiam e protegem das armadilhas em um projeto.</p>
<p>Aprendi a duras penas que mesmo coisas simples podem dar muita dor de cabeça. E foi errando muito que aprendi que é possível levar a vida de maneira mais <em>zen</em>. Então pensei, porque não levar essa pequena sabedoria também para meu trabalho? Rabisquei alguns conceitos numa folha de papel, e percebi que se parecia com um tipo de metodologia, foi então que tive a idéia de incorporá-los ao processo de design.<br />
A ideia é que ao menos possamos melhorar nosso foco e quem sabe criar um ambiente de trabalho mais eficiente e saudável.<br />
<span id="more-327"></span></p>
<h2>Briefing e requisitos</h2>
<h3>Esvazie e medite</h3>
<p>A participação de um profissional de UX em uma reunião de briefing é essencial, afinal na maioria das vezes é ele quem faz a ponte entre os demais profissionais, através de um entendimento pleno do projeto.<br />
Antes de participar de uma reunião de briefing, <strong>esvazie a mente de qualquer idéia pré-concebida e pré-conceitos</strong>. Assim poderá enxergar com clareza todas as necessidades apresentadas pelo cliente.<br />
Ouça com toda a atenção, evitando pensar em soluções prontas para cada problema que ouve.<br />
Anotações são bem-vindas, desde que não tirem o foco da fala do cliente. Anote apenas o essencial, ou grave a conversa através de um celular que tenha esse recurso.<br />
Antes de sair metralhando o cliente com dúvidas, <strong>medite sobre o que foi falado</strong>. Só então faça as perguntas certas.<br />
Esse tipo de atitude evita desencontros de informação e garante um projeto fiel as necessidades do cliente e seus requisitos de negócio.<strong> </strong></p>
<h2><strong> </strong>Análise e planejamento</h2>
<h3><strong> </strong><em>Observe e expanda</em></h3>
<p>Considerada a etapa mais importante de qualquer projeto, a análise e planejamento direcionam todas as demais etapas. Pesquise o máximo que puder, com o tempo e dinheiro disponível para o projeto.<br />
Pratique a <strong>observação</strong>, tanto dos dados estatísticos e informações pesquisadas, quanto do comportamento dos usuários, se possível em seu ‘habitat’, através de técnicas de <strong>etnografia</strong>.<br />
A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Observa%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">observação</a> é uma das etapas do método científico. Consiste em perceber, ver e não interpretar.<br />
A partir da imersão nesse material gerado, teremos uma definição real dos problemas a serem resolvidos, assim como o perfil e comportamento do usuário e público alvo.<br />
Então, <strong>expanda</strong>! Organize brainstorms, troque idéias com profissionais de outras áreas, discuta idéias através de painéis semânticos, comunique-se e gere insights, que no fim levarão a conclusões mais acertadas.<br />
A riqueza desse material e das idéias geradas dará forma a uma <strong>estratégia</strong>.</p>
<h2>Conceito e design</h2>
<h3><strong> </strong>Foque e experimente</h3>
<p>A partir da estratégia traçada, iniciamos a criação do conceito e do design propriamente dito. Mais do que nunca, <strong>o foco na estratégia é essencial</strong>, para não desviarmos do nosso objetivo, pois motivos para isso haverá aos montes, desde a interferência do cliente, até o desenvolvedor, que dirá que tal solução não pode ser construída.<br />
Quando chegar a um conceito de design para seu projeto, é hora de <strong>experimentar</strong>! Afinal, há mil maneiras de se preparar Neston. Então, invente e crie, use rabiscoframes, protótipos de todos os tipos, cores e tamanhos. Risque, amasse e tente de novo.</p>
<h2>Avaliação com usuários</h2>
<h3><strong> </strong>Respire e desapegue</h3>
<p>Caso tenha tido a sorte de trabalhar para uma empresa e um cliente conscientes dos processos de , você será responsável pelos testes com usuários, ou ao menos acompanhará de perto o processo. Caso contrário, <strong>respire</strong>, encha o peito e diga aos decisores que isso se faz necessário, insista de verdade.<br />
Se você é designer, aqui vai uma dica: <strong>desapegue</strong>. E lembre-se, o projeto não é seu e nem é para você e sim para o usuário, portanto perca qualquer apego ao seu belo projeto de design e fique aberto a críticas e observações feitas por eles.</p>
<h2>De volta a prancheta</h2>
<h3><strong> </strong>Repita</h3>
<p>Como o processo de design centrado no usuário é um ciclo iterativo, a repetição faz parte do jogo, então volte e <strong>repita o processo</strong>, para corrigir possíveis falhas e adaptar os pontos necessários à realidade do usuário.</p>
<h2>Controle de qualidade</h2>
<h3><strong> </strong>Concentre-se</h3>
<p>Ao término do trabalho percebemos que ainda temos muito por fazer.<br />
Mesmo a validação com usuários não irá salvar um projeto, principalmente se este for grande, se não houver uma sincera preocupação com o controle de qualidade.<br />
<strong>Concentre-se nos detalhes</strong>. Afinal, Deus e o Diabo estão nos detalhes.</p>
<h2>Lançamento</h2>
<h3><strong> </strong>Avalie e medite</h3>
<p>Enfim, o projeto terminou. Se a lição de casa foi feita, tudo foi um sucesso, todos estão felizes e festejando o filho que nasceu.<br />
Essa é a hora de <strong>avaliar o que passou</strong> e <strong>meditar sobre os pontos positivos e negativos</strong>, afinal apenas com <em>feedback</em> e auto-avaliação que crescemos e evoluímos.</p>
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		<link>http://www.rabiscoframe.com.br/2010/11/10/em-busca-da-metodologia-perdida/</link>
			</item>
	<item>
		<title>A Pluralidade da Singularity</title>
		<description><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-559" href="http://www.rabiscoframe.com.br/2010/11/10/a-pluralidade-da-singularity/singularity-university/"><img class="alignnone size-full wp-image-559" src="http://www.rabiscoframe.com.br/wp-content/themes/intermission/scripts/timthumb.php?src=http://www.rabiscoframe.com.br/wp-content/uploads/2010/11/singularity-university.jpg&#38;w=570&#38;h=170&#38;zc=1" alt="" /></a></p>
<p>Durante 10 semanas pessoas muito inteligentes e empreendedores de toda a parte do mundo, serão incitados a gerar novas e fabulosas idéias que positivamente impactarão na vida de 1 bilhão de pessoas em menos de uma década.</p>
<p>A ideia é que nas próximas décadas iremos ver uma transformação nas ferramentas da ciência e tecnologia de uma forma tão profunda jamais vista em qualquer outra época na nossa historia, já que o crescimento da tecnologia é exponencial e isso implica num futuro com possibilidades inimagináveis.<span id="more-554"></span></p>
<p>Lindo! Esse é o grande objetivo da <a href="http://singularityu.org" target="_blank">Singularity University</a>, apoiada por empresas como Google, AutoDesk,  Ideo, IBM, Cisco Systems , Tesla Motors, Zynga, Codexis, Halcyon Molecular, Willow Garage, Bloom Energy e tantos outros, financeiramente e abrindo suas portas, com palestras, acesso a especialistas e visitas as empresas. Além do fato dela estar na NASA (Ames Research Park) e.. na Califórnia.</p>
<p>Qualquer um nesse perfil pode se inscrever:</p>
<ul>
<li>Excelência Acadêmica;</li>
<li>Liderança &#8211; através de projetos executados ou      companhias que tenha fundado ou liderado;</li>
<li>Paixão – vontade e comprometimento para ajudar      a solucionar desafios da humanidade;</li>
<li>USD$25.000 – inclui lugar para ficar, comida e      o ensino.*</li>
</ul>
<p><em>*um número limitado de bolsas parciais e totais podem estar disponíveis. </em></p>
<p>Em 2009 de 1400 ficaram 40 alunos e em 2010 de 1600 ficaram 80.. Sendo que 73% não eram americanos, com pessoas de 35 países, de idade média de 31 anos.<br />
Exemplos de projetos que brotaram com a turma de 2009:</p>
<ul>
<li><strong>Civiguard Technologies</strong></li>
</ul>
<p>A plataforma Civiguard é a primeira a fornecer informações do governo aos civis, combinando tecnologia de ponta smartphone, infra-estrutura baseada em nuvem e distribuição inteligente de mensagens em uma única oferta. &#8220;A simplicidade da interface da plataforma, a infra-estrutura Civiguard de agilizar a divulgação de informações oficiais, transformando informação em conhecimento e conhecimento em ação.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=oYirLh1ngyc">http://www.youtube.com/watch?v=oYirLh1ngyc</a></p>
<ul>
<li><strong>ACASA</strong></li>
</ul>
<p>Atualmente 1.6 bilhões de pessoas vivem casas muito ruins e 100 milhões não tem casa. Usando a tecnologia de prototipagem em 3D que já existe, em breve faremos casas usando 70% menos energia, sem desperdício e  70% mais barata e rapidamente – uma casa com 2 quartos poderá ser feita em 1 dia e meio.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=172Wne1t_2Q">http://www.youtube.com/watch?v=172Wne1t_2Q</a></p>
<ul>
<li><strong>Gettaround</strong></li>
</ul>
<p>Num pais com 280 milhões de carros, com acidentes que matam 2,5 milhões de pessoas por ano, principalmente crianças e adolescentes e onde esses veiculos estão em média 60% do tempo parados, e com a tecnologia dos carros que dirigem sozinhos (driverless car) podemos mudar de “Possuir para Acessar”.</p>
<p>Criaram então um programa cadastrando e disponibilizando os carros que se habilitem a dividir de forma fácil e rapida.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=6eZifWpEZuA">http://www.youtube.com/watch?v=6eZifWpEZuA</a><br />
Adorei esse, só não entendi como vai funcionar o seguro do carro&#8230; e outras questões legais.. rsrsrs</p>
<p>A Singularity University está no Brasil, e na curta passagem pelo Rio aproveitei uma palestra. Quem apresentou foi <strong>Salim Ismail</strong>, (ex-vice-presidente do Yahoo! e líder da Brickhouse, a “fábrica de ideias” interna do Yahoo! para geração, construção e lançamento de conceitos inovadores) e depois <strong>Dan Barry</strong>, (astronauta formado pela NASA e veterano de três voos espaciais, expert em robótica e gente muito boa também). Eles estão aqui para outro programa para empreendedores, gestores, empresários, investidores e o público em geral para que saibam identificar as novas oportunidades que essas inovações trarão para os negócios e para a sociedade, o <em>Executive Program </em>numa parceria com a FIAP – dia 8 a 13 de novembro.</p>
<p>Eles avisaram que “com certeza” ano que vem farão parceria com universidades do Rio de Janeiro também, então melhor começar a economizar, porque essa semana em São Paulo custou R$5.000.<br />
TED Sudeste &#8211; http://www.tedxsudeste.com.br/2010/tedxsudeste-apoia-chegada-da-singularity-university-no-brasil/</p>
<p>﻿</p>
]]></description>
		<link>http://www.rabiscoframe.com.br/2010/11/10/a-pluralidade-da-singularity/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Agile UX em agências de publicidade</title>
		<description><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-454" src="http://www.rabiscoframe.com.br/wp-content/uploads/2010/11/kanban-e1289283113152.jpg" alt="" width="570" height="169" /></p>
<p>Prazos  curtos, doze horas de trabalho todos os dias, finais de semana  incertos, briefings enigmáticos que mais parecem joguinhos de <em>puzzle </em>e a busca incansável pelo <em>glamour </em>dos prêmios. Este sempre foi o dia-a-dia das grandes agências de publicidade no Brasil desde antes do surgimento da internet.<span id="more-325"></span></p>
<p>Entretanto,  os lucros astronômicos das agências caíram drasticamente com a era  digital e as agências se viram responsáveis por criar não só campanhas,  mas também websites e outros projetos complexos que envolviam  tecnologias além do <em>Photoshop</em>. As agências digitais, que sempre criticaram este ritmo de trabalho, acabaram caindo na mesma rotina das “agências off”.</p>
<p>Foi  nesse contexto que analistas de sistemas e comunicólogos tiveram que  falar o mesmo idioma e encontrar a melhor maneira de trabalharem juntos.  Os publicitários foram apresentados às metodologias ágeis, que geraram  no mínimo uma cara de espanto. No final, tudo isso foi deixado de lado e  hoje são raras as agências de publicidade que tenham aplicado com  sucesso alguma metodologia diferente das tradicionais.</p>
<p>O  que poucos perceberam é que metodologias, como Scrum e XP, não podem  ser aplicadas “ao pé da letra” no contexto das agências digitais. É  necessária uma adaptação dos princípios das metodologias ágeis. Além  disso, tudo isso necessita de uma mudança de mentalidade por parte da  equipe, o que torna essa adoção ainda mais complexa e frágil.</p>
<p>Não iremos falar aqui em Scrum, XP, Kanban ou qualquer metodologia em específico.<br />
Trataremos dos conceitos-base das metodologias ágeis em geral. São eles:</p>
<ul>
<li>Escopo variável</li>
<li>Priorização de escopo</li>
<li>Processo iterativo e incremental</li>
<li>Equipes multidisciplinares</li>
<li>Feedback constante &#8211; do cliente, da equipe e do usuário</li>
</ul>
<p>Vamos  então analisar cada um destes conceitos de acordo com as situações de  uma agência, considerando que existem duas situações mais freqüentes em  qualquer agência digital:</p>
<ul>
<li>Projetos de websites ou portais corporativos</li>
<li>Campanhas publicitárias que envolvem projetos</li>
</ul>
<p>Os  projetos na primeira categoria incluem websites institucionais, portais  corporativos, lojas online ou qualquer outro projeto que envolva um  modelo de negócio ao invés de uma campanha publicitária.<br />
Estes se assemelham bastante com os projetos de software, de forma que a aplicação da metodologia seja totalmente possível.<br />
As  campanhas que envolvem projetos são as mais complexas e as que geram os  maiores problemas, pela razão óbvia de que, antes de ser um projeto, se  trata de uma campanha.</p>
<p><strong>1. Escopo variável</strong> &#8211;  a grande questão que envolve uma campanha publicitária é que ela não  tem validade para o cliente ou para o público se não estiver completa.  Se reduzirmos o escopo, a campanha pode perder o caráter de inovação e,  conseqüentemente, o impacto perante seu público-alvo.</p>
<p>Como  exemplo disso podemos citar uma campanha atual da marca Sprite  (nov/2010), a qual envolve o lançamento das novas latas do refrigerante e  uma promoção em que o público pode criar sua própria lata da marca.<br />
O  site da promoção possui ferramentas que possibilitam ao usuário  desenhar sua própria lata, traduzindo um escopo de desenvolvimento  relativamente complexo. Entretanto, se tirássemos qualquer um dos  recursos do site, toda a promoção se perderia, visto que ela é  totalmente baseada nesta interação dentro do hotsite.</p>
<p>Temos  que considerar também que houve um grande investimento por parte do  cliente, o qual moveu toda a linha de produção das fábricas para a  fabricação das novas latinhas. Imagine o impacto que teria uma alteração  de escopo da promoção.<br />
É  claro que nem sempre a situação é tão crítica quanto esta, mas acredito  que isso mostra a dificuldade de tocar um projeto desse porte com  escopo variável.</p>
<p>No  caso de projetos de portais corporativos, o escopo variável é de vital  importância para absorver todas as incertezas do projeto. Considerando  as variáveis Custo, Prazo, Qualidade e Escopo, o escopo deve ser  variável para garantir que o custo e o prazo sejam previsíveis e que a  qualidade seja maximizada.</p>
<p><strong>2. Priorização de escopo</strong> &#8211;  como evidenciamos que é arriscado mudar o escopo de um projeto dentro  de uma campanha, não é possível trabalhar totalmente com a priorização  do conteúdo. O que pode e deve ser feito é a análise item a item do  escopo e mensuração da real importância de cada item no impacto da  comunicação. Além disso, é importante trabalhar com um quadro de Kanban,  com atividades bem definididas, de forma que cada parte do projeto seja  tratada individualmente, sem riscos de <em>bugs</em>.<br />
Já  em projetos de portais, a priorização é totalmente possível e garante  que o cliente obtenha o máximo de retorno sobre seu investimento no  menor tempo possível.</p>
<p><strong>3. Processo iterativo e incremental</strong> &#8211;  mostramos anteriormente que nada adianta lançar uma campanha pela  metade, mesmo que ela seja melhorada posteriormente. Todavia, existem  algumas campanhas que permitem este processo, pois são divididas em  fases, a fim de produzir um impacto diferente a cada fase. O correto é  analisarmos caso a caso e vermos as possibilidades de aplicação da  metodologia.</p>
<p>Mais  uma vez, este processo é facilmente aplicável aos projetos não  incluídos em campanhas pelo mesmo motivo da priorização de escopo. Uma  dica que considero válida é sempre falar sobre isso com o cliente como  “módulos” ou “fases” e nunca como “sprints”, pois isso pode confundí-lo e  gerar questionamentos.</p>
<p><strong>4. Equipes multidisciplinares</strong> &#8211;  esta é a parte da metodologia que é totalmente aplicável em qualquer  situação. O formato ideal para o sucesso de um projeto é o da “mesa de  projeto”, que reúne em um mesmo lugar todas as pessoas nele envolvidas:  arquitetos de informação, designers, desenvolvedores, atendimentos e, se  possível, o próprio cliente.<br />
Muitas  agências ainda não encontraram uma forma de trabalhar neste formato,  principalmente porque são raros os casos em que uma pessoa trabalhe em  um só job do seu início ao fim.</p>
<p><strong>5. Feedback constante</strong> &#8211;  existem centenas de formas diferentes de prover o feedback constante em  um projeto. É estritamente necessário obter retorno freqüente do  cliente, da equipe de projeto e, claro, do usuário final do produto. O  formato de “mesas de projeto” e os quadros de Kanban garantem que a  equipe esteja totalmente imersa no projeto e que todos estejam validando  o trabalho de todos em tempo real.</p>
<p>Trazer  o cliente para perto do projeto é ainda um dos desafios das agências,  mas deve haver um acordo de parceria que vai além do contrato estipulado  entre as partes. Afinal, o cliente é quem sabe realmente sobre seu  modelo de negócios e o que poderá trazer lucro para a empresa.</p>
<p>Testar  com freqüência o produto é relativamente simples se trabalharmos com  prototipação rápida. Por outro lado, testar um hotsite de uma campanha  com usuários finais é mais complexo, pois envolve a avaliação de algo  subjetivo e não está voltado somente ao funcionamento do produto.</p>
<p>Algumas dicas baseadas nas análises acima:</p>
<p>- Comece “evangelizando” todos em sua agência sobre a importância de repensar o gerenciamento de projetos;<br />
- Apresente aos poucos os benefícios das metodologias ágeis até ganhar um ou dois “seguidores”;<br />
-  Faça apresentações despretensiosas sobre a metodologia ao público  interno e garanta a presença de pelo menos um diretor na platéia;<br />
- Não espere que alguém comece a fazer tudo que você propôs, espere o projeto ideal e inicie as atividades;</p>
<p><strong>E o mais importante&#8230;</strong><br />
-  Insira o cronograma de projetos no planejamento da campanha antes de  vendê-la ao cliente. Da mesma forma que os cronogramas de veiculação em  mídia são pensados e apresentados ao cliente, os projetos devem ser  previstos para evitar imprevistos durante sua implementação.</p>
<p>Adaptar  e obter sucesso no uso de metodologias ágeis em agências de publicidade  não é nada fácil e arrisco dizer que 99% delas sequer pensa que seja  possível. Também acredito que não seja possível aplicar exatamente as  metodologias apresentadas pelo pessoal de TI, mas com certeza podemos  nos basear em algumas melhores práticas e criar um método ideal de lidar  com projetos e campanhas.</p>
]]></description>
		<link>http://www.rabiscoframe.com.br/2010/11/07/agile-ux-em-agencias-de-publicidade/</link>
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